domingo, 13 de maio de 2012

Direito à água volta ao documento principal da Rio+20


Entre os vários temas que serão abordados na Rio+20, o direito a água correu o risco de ser totalmente excluído da Minuta Zero, o esboço da declaração que será levada para validação dos Chefes de estado em junho, no Rio. Só não foi por causa da imensa polêmica causada por sua retirada do texto que motivou intensa movimentação entre ONGs defensoras do tema e governos de países diversos, revertendo o voto de países que inicialmente votaram a favor da exclusão.

A retirada deste tema poderia abrir brechas para a privatização e mercantilização da água, deixando de ser esta, um direito de todos, para só ter direito quem pagar por ela.

Veja mais em:
Referências: Márcia Régis, Direito à água volta ao documento principal da Rio+20,Revista Veja, Notícias, Brasil, Meio Ambiente, 01/05/2012 



Vamos salvar o planeta e " o nosso ego também"

Com a chegada da Rio+20,estamos mais conscientes o quanto somos culpados pela degradação do nosso planeta, através do nosso desperdício, consumo excessivo, o crescimento da população mundial (que só contribui para piorar ainda mais a situação),mas que ainda está em tempo de ser salvo se tivermos força de vontade e ação.
            Um grupo de estudos da Royal Society veio confirmar uma vez mais o veredito, afirmando que o planeta não será sustentável se a gente não tomar juízo. John Sulston,coordenador do estudo da Royal Society, afirmou, segundo noticiou a BBC no final de abril, que "depende da vontade humana".

Para saber mais acesse:
revistaepoca.globo.com/opiniao/eugenio-bucci/noticia/2012/05/vamos-salvar-o-planeta-e-o-nosso-ego-tambem.html

Referências: Revista Época, Autor o Jornalista Eugenio Bucci.

Virada Digital deve reunir até 15 mil pessoas em Paraty


Começou nesta sexta-feira (11/05) a 1ª edição da Virada Digital, Realizada em Paraty, Cujo  o término será no próximo domingo (13/05).
 Este evento tem como foco tecnologia, interatividade e desenvolvimento sustentável, mas ele também  agrega temas como saúde e educação.
O Idealizador do Projeto, Roberto Andrade afirma que um dos focos é ajudar a levar conhecimento à grande massa consumidora emergente de tecnologia do país.
"Queremos chegar mais próximo das pessoas, por isso, estamos reunindo temas de diversas áreas, que sejam relacionados à tecnologia. Não queremos que isso tudo aqui escorra por entre as mãos do público quando terminar. Queremos dar sequência a ações após o evento", comenta.
O festival terá oficinas voltadas principalmente para o público infantil, o festival conta com palestras que tratam desde a influência da internet nas periferias ao uso de tecnologias sustentáveis no dia a dia, irá contar com a presença  do   rapper MV Bill, um dos curadores da Virada Digital, vai fazer uma oficina com crianças para a criação de um rap.
Andrade foi diretor de comunicação e marketing da Campus Party em 2008 e 2009, e observa que a principal feira de tecnologia do País acabou ficando restrita apenas ao público que mais consome. A ideia da Virada Digital é ir além, e ampliar os horizontes, sustenta.
"Ter acesso à tecnologia não é acessar somente as redes sociais. É muito mais do que isso, é se apoderar e se beneficiar do que o conhecimento tecnológico pode permitir." Afirma o curador do evento

O projeto é audacioso, para o ano que vem a Virada Digital  acontecerá no Rio de Janeiro. O coração do festival ficará concentrado no Aterro do Flamengo, e será espalhado por 18 pontos da cidade. Em 2014, a Virada Digital será itinerante, e passará por todas as cidades-sede da Copa do Mundo.
Veja a reportagem na íntegra no site:

domingo, 29 de abril de 2012

Primeira escola sustentável do Brasil consome até 80% menos energia

   O que é necessário para que a rio+20 não fique só no papel, na imaginação ou, pior, seja apenas uma encenação de preocupação real, porém sem consciência de responsabilidade? 

   Estamos às vésperas de uma grande conferência para debater os problemas de sustentabilidade e de governança mundial. Mas ao ver notícias como a inauguração da escola Erich Walter Heine, em maio de 2011, a primeira escola “verde” no Rio e no Brasil, com padrões arquitetônicos visando o máximo de sustentabilidade em economia de energia, aproveitamento do próprio entulho, captação de águas da chuva e outras tecnologias, e ver como a escola está hoje, menos de um ano depois de sua inauguração, dá certa tristeza em perceber que as buscas por soluções ainda estão atendendo mais às vaidades e a ambição humanas do que às necessidades da humanidade. Mas dá, também, uma esperança em saber que quando se quer, quando há vontade, as coisas se realizam.

   O maior entrave é que as soluções buscadas ainda não envolvem integralmente todas as partes envolvidas e isso só aumenta mais distância entre o que deve ser feito e o que se está fazendo.

   Tomando como exemplo a escola citada, vemos que as soluções atenderam às necessidades da elaboração de um projeto de escola sustentável como espaço físico, mas, não resolveu a eterna problemática da Educação: falta de professores que se evidencia pela desvalorização da carreira, desamparo profissional , jornadas exaustivas, salários medíocres etc.






Referências : Lydia Cintra, Primeira escola sustentável consome até 80% menos energia, super.abril.com.br, 24/05/2011, blogs, Ideias Verdes


sábado, 21 de abril de 2012

Grupo Frutos da educação


“Todas as flores do futuro estão nas sementes de hoje” (provérbio Chines). 
É assim que começa esse blog que habilmente relaciona os temas que serão debatidos na Rio+20 e a Educação.
Para visitá-lo acesse: http://educafrutos.blogspot.com.br/

Rio+20... Repensando um novo acontecer


Blog interessante e crítico que convida a refletir sobre os temas que envolvem a Rio+20.

SEVERN SUZUKI E O EXEMPLO DE MUDANÇA DE COMPORTAMENTO POSSÍVEL


   
                           


           Aos 12 anos ela parou a Rio 92 por seis minutos com seu discurso em prol da vida e dos direitos das crianças de terem um futuro em ambiente preservado.Vinte anos depois Serven se volta para a Rio+20  com a esperança que a sociedade civil consiga se organizar e tomar as rédeas do que está por vir.
Segundo ela tudo o que será tratado terá reflexo na nossa forma de viver. Aos 12 anos achava que os grandes líderes e chefes de Governos poderiam resolver tudo, mas, hoje sabe que não é bem assim, pois eles estão subordinados a muitas relações de poder. Somos nós que podemos e devemos levantar e começar as mudanças. Os líderes já deram pistas de que não haverá grandes acordos na conferência. É a sociedade civil que tem que tomar a frente da Rio+20.

Durante todos estes anos que se passaram desde a Conferência do Rio, aprendi que dirigirmo-nos aos nossos líderes não é o suficiente, pois não estamos limpando o que sujamos. Não estamos pagando o preço do nosso estilo de vida. Tal como Gandhi disse muitos anos antes, “temos de nos tornar a mudança que queremos ver acontecer“. Uma verdadeira mudança ambiental depende de nós. Não podemos esperar pelos nossos líderes. Temos que nos focar no que são as nossas responsabilidades e em como podemos provocar estas alterações”. (Serven Suzuky)

Saiba mais:

Referências: Camila Nóbrega, Serven Suzuky, a menina que calou o mundo na Rio 92, oglobo.globo.com,13/04/12, Rio+20.